JOGO 17
Entre Amigos entre amigos 4 : 1 nova esperança Nova Esperança
01/07/2017 | 14:00 | Furadinho


Vi-Vi-Vini!

Vini foi o grande destaque da partida, com três gols.
Foto: Thyago Pacheco

NOTÍCIA | 05/07/2017 | POR: THYAGO PACHECO
Em tarde inspirada do camisa 17, EA goleia e volta a respirar.

Fim da angústia! No último sábado o torcedor do EA pôde enfim comemorar uma vitória do seu time, e em grande estilo. O alvirrubro atropelou o Nova Esperança por 4 a 1, com destaque para Vini, que após um longo período sem balançar as redes, marcou 3 vezes e anotou seu primeiro hat-trick na temporada.

O jogo se iniciou com o EA impondo marcação alta, literalmente em cima dos zagueiros adversários, com o intuito de dificultar a saída e conseguir a posse de bola. Deu muito certo. Nos primeiros 20 minutos de jogo foram pelo menos 4 roubadas de bola em situação favorável ao EA. Em 2 delas, saiu o gol. A primeira com Vini, que roubou, entrou em velocidade e tocou com precisão no canto, abrindo o placar e, na segunda, com Thyago aproveitando e concluindo após linda jogada de Lê Passos, que roubou a bola, partiu em grande velocidade e apenas rolou para o companheiro finalizar.

O EA também mostrava inteligência ao explorar as jogadas pelas laterais do campo. Abrindo o jogo o alvirrubro conseguia impedir que o adversário montasse uma barreira sólida em proteção aos seus zagueiros, tornando-os vulneráveis ao ataque do EA, que estava em tarde inspirada. O terceiro gol não demorou a sair e veio na cabeçada com estilo de Vini, aproveitando cobrança de escanteio de Lê Cunha.

O Nova Esperança conseguiu diminuir graças a um erro grotesco do setor defensivo do EA. Com a bola dominada, Luciano errou o chute, que saiu fraco e caiu nos pés do hábil meia adversário que, se aproveitando da defesa do EA que saía da área, enfiou com capricho para seu companheiro que chutou forte e manteve o time adversário vivo na partida.

A situação do EA piorou alguns minutos depois. Após sofrer uma falta e partir pra cima do adversário em reclamação, Betão, que já havia feito falta dura e levado cartão amarelo, discutiu e trocou empurrões com o próprio companheiro Lê Cunha, que provocou a punição com cartão amarelo a ambos. O segundo amarelo resultou em expulsão para o camisa 5, que deixou o time com um a menos ainda no primeiro tempo.

A vantagem no número de jogadores e o gol marcado serviram de incentivo ao Nova Esperança, que partiu ao ataque e terminou o primeiro tempo com certa superioridade. O EA precisava se acertar no vestiário para evitar um filme nada agradável que já havia passado outras vezes na Arena.

A conversa pareceu ter funcionado. No segundo tempo, mesmo com um jogador a menos, o EA conseguiu mostrar inteligência tática e dedicação para preencher os espaços e anular a maioria das jogadas de perigo do adversário que, por sua vez, passou a apostar na velocidade dos seus habilidosos camisas 20 e 11, que deram um belo cansaço em Geovani, que jogava improvisado na lateral. Mas o time de verde não contava com uma tarde mais que inspirada de Patrick. O camisa 4 do EA não deu chances aos adversários e frustrou todas as tentativas que foram construídas pelo seu setor.

Recuado para compor a linha de volantes, Lê Passos chegou pouco ao ataque no segundo tempo e a missão de causar perigo ao adversário ficou com Renê e Vini. A dupla se mostrou eficiente, quando o camisa 9, em um passe açucarado, deixou o companheiro em ótima situação pelo lado direito do ataque. Vini, ao seu estilo mais conhecido, dominou e sultou a bomba de perna direita, dando números finais ao jogo, que serviu para incendiar as arquibancadas e trazer a torcida para junto do time no momento mais importante da temporada, quando a tabela começa a mostrar os times que irão se destacar no campeonato, seja de forma positiva ou negativa.

Feliz com o resultado e principalmente com os gols, Vini era só sorrisos ao conceder entrevista após a partida.

- Bom demais primeiramente, a vitória. Os gols também, lógico. Vinha treinando muito forte e trabalhando para que os gols saíssem. Foi um período difícil de transição após a lesão. Mas deu tudo certo, graças a confiança da comissão técnica e de meus companheiros que assim como eu nunca deixaram de acreditar no meu futebol. – declarou.



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