Peneira

O volante Henrique é um dos mais cotados a reforçar o elenco do EA em 2016.
Foto: Thyago Pacheco

NOTÍCIA | 08/06/2016 | POR: THYAGO PACHECO
Diretoria avalia candidatos a reforços do EA para o segundo semestre.

O semestre vem chegando ao fim e com ele, a proximidade da janela de transferências, oportunidade para o clube abrir as portas (e os cofres) para a chegada de reforços, além de negociar aqueles que não tem mais espaço no grupo.

Para 2016, a tendência é que não hajam dispensas, pelo menos na janela do meio do ano. A intenção da diretoria é reforçar o grupo pontualmente, seguindo a ordem de carência de alguns setores.

GOL - Apesar do desempenho abaixo da média, não parece que Luciano vá ganhar uma "sombra" nesse momento. A ideia é dar sequência e confiança ao camisa 1, para que ele consiga reeditar seus dias de glória.

DEFESA - O setor mais carente do time é sem dúvida, a defesa. Mais especificamente, a zaga. Com a aposentadoria anunciada de Carlinhos ao fim da temporada e a má fase de Di, a diretoria corre desesperadamente contra o tempo para encontrar um companheiro para Patrick. A intenção é contratar pelo menos dois zagueiros. Nas laterais, a saída de Guerra foi o grande choque do ano. Os garotos Rafael Baiano e Áureo Valdívia vêm sendo testados, mas a prioridade é a contratação de alguém que atue pelo lado esquerdo do campo.

MEIO CAMPO - A chegada de Betão trouxe solidez e confiabilidade ao setor. Porém as saídas de Galo e Ido ainda causam pesadelos na comissão técnica que vem tentando em vão encontrar substitutos. Os diretores mantêm atenção voltada para o jovem Henrique, que vem participando do grupo em caráter de testes desde o início da temporada. Paralelamente a isso, o clube flerta com Galo para um possível retorno, que estaria condicionado a recuperação do jogador, que sofreu uma lesão no joelho no fim de 2015. No setor de armação de jogadas, a situação mais preocupante parece ser a de Diogo. O jogador que deveria dividir com Lê Cunha a responsabilidade de municiar o ataque alvi-rubro está afastado há dois anos e até o momento não tem perspectiva de retorno. A diretoria vem sendo pressionada para contratar alguém para o lugar do jogador, mas tem mantido cautela.

ATAQUE - O número grande de baixas, principalmente no meio de campo, praticamente obrigou Lê Passos a se estabelecer como jogador do setor. Com isso, o ataque, que já vinha com um posto vago desde a saída de Willian Gota no segundo semestre de 2015, passou a contar apenas com Renê e Thyago. O primeiro vem sendo efetivo e marcando gols em praticamente todas as rodadas, mas o outro amarga a sua pior fase vestindo a camisa do clube, tendo marcado apenas um gol no ano. Alguns jogadores foram testados no setor, mas até o momento nenhum pareceu ter os requisitos buscados pela diretoria para integrar o elenco alvi-rubro.