Ah, se não fosse ele...

Lê Cunha foi decisivo contra o Botafogo.
Foto: Adson Farias

NOTÍCIA | 10/10/2016 | POR: THYAGO PACHECO
Decisivo contra o Botafogo, Lê Cunha agrada torcedor e escapa das críticas.

Uma das máximas do futebol, principalmente no Brasil é a responsabilidade do camisa 10. O número místico é um dos grande símbolos que serve principalmente para coroar o grande destaque de cada equipe. E ao longo das décadas, uma série de jogadores ganharam o mundo envergando a sagrada camisa.

No EA quem tem a incumbência de carregar nos ombros todo o peso da camisa 10 é Lê Cunha. E o jogador, que usa o número desde 2012, sabe muito bem o quão pesado é esse fardo. Alvo de diversas críticas por conta muitas vezes do seu rendimento em campo, Cunha admite que é preciso muita paciência e autoconfiança para não se deixar abalar, apesar de acreditar que com elogios fica muito mais fácil de trabalhar.

- Não é fácil, claro. Mas eu sempre soube que seria assim e não me escondo. Sei do meu potencial e do quanto trabalho para dar o meu melhor em campo. Isso nunca irá mudar - declarou em entrevista coletiva concedida após o jogo contra o Botafogo, onde o jogador foi essencial ao marcar dois dos três gols que deram a vitória ao EA.

Na primeira etapa, quando o EA martelou a defesa do Botafogo por diversas vezes, Lê Cunha foi fundamental ao marcar o gol que deu o empate. Já no segundo tempo, com lance de puro oportunismo, decretou a virada no placar, que ainda seria ampliado com o gol de Vini.

A tarde de artilheiro rendeu inúmeros elogios a Lê Cunha, que aproveitou para enaltecer todo o elenco.

- Fico feliz em ter ajudado, mas hoje foi um dia inspirado de todo o time. Jogamos muito bem, até mesmo quando estávamos atrás no placar e a vitória veio em um excelente momento. Não tenho dúvidas que sairemos dessa - concluiu.